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TED & TEDx


O QUE É O TEDxAveiro?


O TEDxAveiro afirmou-se com um dos mais importantes eventos de promoção da criatividade e do empreendedorismo a nível nacional. Desde 2010 foram já realizados mais de 18 eventos TEDx em Aveiro, tendo o evento realizado a 26 de Maio de 2012 no Centro Cultural e de Congressos de Aveiro – o TEDxAveiro – sido o maior evento TEDx em Portugal nesse ano com mais de 700 participantes e com a presença, pela primeira vez em Portugal, de um representante do TED. Nesse ano organizámos também o primeiro evento TEDx em Portugal numa Prisão e já em 2013 organizámos dois eventos na mesma semana – TEDxAveiro e TEDxYouth@Aveiro – na Universidade de Aveiro para 700 participantes. O TEDxAveiro é um evento realizado a nível local, por Aveirenses, mas que se afirmou a nível nacional como um evento de referência, que promove a criatividade, inovação e empreendedorismo dos portugueses. Queremos partilhar ideias que nos ajudem a mudar o mundo para melhor!

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O QUE É O TED?


O TED começou em 1984 como um local de encontro para inovadores e líderes nas áreas de “Technology, Entertainment and Design”. 33 anos depois, TED tornou-se um ponto de encontro para uma comunidade global de indivíduos que acreditam no poder das “Ideias que merecem ser promovidas”. Com as suas 2 conferências anuais, o website TED.com, e projetos e iniciativas comunitárias, o TED transformou-se numa plataforma e num movimento global de pessoas que acreditam no poder das ideias e na sua capacidade para mudar o mundo que vivemos.
TED significa Tecnologia, Entretenimento e Design - três áreas de estudo que, em conjunto, modelam o nosso futuro. Mas, na verdade, este evento é hoje muito mais abrangente, discutindo ideias que são relevantes em qualquer área. Os participantes já lhe chamaram, 'o melhor spa para a mente' e 'uma viagem de quatro dias ao futuro.' A audiência diversificada - CEO's cientistas, criativos, filantropos - é quase tão extraordinária como os oradores, que incluem nomes como Bill Clinton, Bill Gates, Jane Goodall, Frank Gehry, Paul Simon, Sir Richard Branson, Philippe Starck ou Bono.
O primeiro TED foi em Monterey, California, em 1984. Em 2001, a Sapling Foundation de Chris Anderson comprou o TED ao seu fundador, Richard Saul Wurman. Nos últimos anos, o TED cresceu e inclui agora uma conferencia internacional, TEDGlobal; iniciativas multimédia, incluindo TED Talks e TED.com e o TED Prize. O TEDIndia aconteceu em Novembro de 2009. O TED2011, 'The Rediscovery of Wonder', decorreu em Long Beach, California entre 28 de Fevereiro e 4 de Março.

Para mais informações veja www.ted.com

O QUE É O TEDx?


Pelo espírito TED - Ideias que vale a pena partilhar - foi criado o TEDx, um programa local de eventos independentemente organizados que junta pessoas para terem uma experiência TED. O evento TEDx não é organizado pela TED, mas é operado sob uma licença do mesmo. Estes eventos locais, independentemente organizados, são denominados de TEDx, em que x=independently organized TED event.
Os eventos TEDx são orientados à comunidade local, que procuram motivar e inspirar.
Num evento TEDx, as TED Talks e os oradores ao vivo fazem a combinação perfeita para criar discussões e ligações interessantes. O TEDx é também um espaço de promoção da cultura caracterizado pela partilha de conhecimento e experiências dos diversos intervenientes, estando por isso assente na riqueza das personalidades reunidas para o evento.

Para mais informações veja www.ted.com/tedx
12

Oradores

O TEDxAVEIRO 2018 vai realizar-se a 26 de maio no centro de congressos de Aveiro

3

Performances

Músicas - Danças e algumas ofertas exclusivas para os TEDxrs.

6

Horas

Decorrerá entre as 14H00 e as 20H00. 2 Momentos de Networking (Coffe-break e Cocktail)

MOTE


Viagem no Tempo

Aquilo de que te esqueces quando estás a ver o sol a pôr-se,
o que desejavas congelar quando estás com quem amas.

Aquele que passa demasiado rápido ou que nunca mais passa,
aquilo pelo qual temos de esperar até à próxima vinda do cometa,
A alma na música e o que se faz notar quando nos olhamos ao espelho,
aquilo de que estamos sempre à procura.

Aquele de quem somos escravos ou que nos liberta,
O tempo.

A sua relatividade cria paradoxos, o que fascina e assusta. Sempre tentámos capturá-lo, com ampulhetas, clepsidras e relógios de sol, até que sentimos necessidade de o medir rigorosamente com precisos relógios atómicos.

Não nos chega entendê-lo, queremos controlá-lo.

E assim, tratámos de inventar inúmeras máquinas do tempo:
Abrir um álbum de fotografias,
Percorrer corredores da memória é viajar no tempo,
Dar a mão ao avô é viajar para o passado.

Olhar para o passado não é perder tempo. Para inovar é necessário conhecer o que já foi feito. O passado é poderoso ao ponto de ser usado para prever o futuro.

E é nesta rede de segurança de memórias que,
de olhos abertos, inexperientes, mas experientes
nos lançamos no futuro desconhecido.

Viajar para o futuro é possível

Olhar nos olhos de um recém-nascido, deitar uma semente na terra húmida,
Fazer planos de viagem,
Fazer ciência no presente,
É viajar para o futuro

Viajar para o passado pode ser a resposta para nos entendermos no momento presente e a rosa-dos-ventos que nos empurra para onde devemos ir no futuro.

E tu, sentes-te vivo em que tempo? Talvez, de uma perspetiva humana, o tempo não precise de ser linear. Existir no passado, presente e futuro é o desafio.

ORADORES e PERFORMANCES


  • antonio_vieira_pb

    António Vieira

    Carlos_Fiolhais

    Carlos Fiolhais

    Catarina Carvalho_pb

    Catarina Carvalho

    Elvira Fortunato

    Elvira Fortunato

    Francisco_Gaspar

    Francisco Gaspar

    Henrique Jorge

    Henrique Jorge

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    João Lousada

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    João Pedro de Magalhães

    Lara-Seixo

    Lara Seixo

    Natasha Marjanovic

    Natasha Marjanovic

    Ruzbeh Bacha

    Ruzbeh Bacha
    (Esta talk será feita em Inglês)

    Sara Moreno Pires

    Sara Moreno Pires

  • The Troublemaker

    The TroubleMaker

    ying

    Yin Yang

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António Vieira
Ouvimos dos empreendedores de sucesso que "se o caminho ficou difícil, então é por esse que devemos seguir". Que o diga António Vieira, que se tornou proprietário da padaria em que antes tinha sido empregado, à custa de muitas horas de trabalho, ambição e persistência, numa altura em que não havia summits, programas de apoio a empreendedorismo nem atalhos.

Foi na agricultura, na terra dura e quase impossível de tratar, que começou a trabalhar, junto dos sogros e da mulher, com a qual casou aos 24 anos. Construiu a sua própria casa e para lá se mudou por "não gostar de discutir". À procura de melhores oportunidades e condições de vida, parte sozinho para a Venezuela onde começou primeiro por trabalhar numa pequena refrescaria. Regressa a Oliveirinha, a sua terra que continuava dura e quase impossível de tratar, fazendo-o partir de novo para a Venezuela, desta vez acompanhado pela mulher e os seus três filhos. Na Venezuela ficou um rádio ligado por quatro anos que António acredita que ainda está a tocar e só se cala quando falta a luz, ficaram horas de trabalho, dificuldades, dívidas, mas também o sucesso que o próprio ousou construir. Hoje, diz que tem tudo o que necessita para ser feliz, mesmo que essa noção de ambição seja demasiado humilde no tempo em que vivemos.

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Carlos Fiolhais
Se Carlos Fiolhais fosse um livro, descreveria as crónicas de um explorador aventurando-se por multiversos que a cada página incorpora uma nova personagem - um pintor, um cientista, um escritor. Desde sempre, um viajante do tempo que ainda se lembra das suas primeiras viagens com "O Clube do Espaço" "ou "The Atom and The Foreseeable Future", um dos primeiros livros que comprou com o seu dinheiro. No passado, foi um "frequentador de bibliotecas de forma omnívora", segundo o próprio, que investia o que recebia de prémios de concursos de pintura, mesmo sendo daltónico, em livros. Dirigiu a sua própria máquina do tempo, a Biblioteca Geral da Universidade de Coimbra.

Do longo capítulo em que incorpora a personagem de cientista, constam as histórias de um professor Catedrático de Física, fundador e diretor do Centro de Física Computacional da Universidade de Coimbra, no qual instalou o maior computador português para cálculo científico. Figuram ainda as narrativas da supervisão de vários projetos de investigação, a publicação de numerosos artigos científicos em revistas internacionais, artigos pedagógicos e de divulgação. É também cofundador da empresa Coimbra Genomics.

No capítulo em que se assume como um divulgador de ciência, é ele quem escreve. Autor de mais de 50 livros, entre os quais "Breve História da Ciência em Portugal" ou "Pipocas com Telemóvel e outras Histórias de Falsa Ciência", manuais escolares de Física e de Química, dirigiu a "Gazeta de Física" da Sociedade Portuguesa de Física e colabora com jornais como o "Público". Criou ainda o "Rómulo" - Centro Ciência Viva da Universidade de Coimbra.

O seu trabalho foi distinguido pelos prémios Globo de Ouro de Mérito e Excelência em Ciência pela SIC, Rómulo de Carvalho da Universidade de Évora e BBVA, que reconhece o melhor artigo pedagógico ibero-americano da Física. E a história do físico teórico que tanto viaja para o passado, através dos depósitos das bibliotecas onde estão os livros que ninguém lê, como para o futuro tem sempre um final aberto, pois nunca diz que não a uma proposta que traga a possibilidade de aprendizagem.

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Catarina Carvalho
Folhear épocas, absorver conhecimento, estilos de vida e cultura de outro tempo e, até mesmo, relacionar-se com os problemas das sociedades do passado é possível devido a reais viajantes no tempo, como Catarina Carvalho. Viajantes no tempo ou jornalistas, a linha é ténue. Congelam momentos históricos, definem a atualidade e arriscam a previsão do futuro, essencialmente através da poderosa máquina do tempo, a escrita.

Desde os 19 anos que tem “a melhor profissão do mundo” definindo-a como uma forma de estar na vida, de “ser curioso” e tornar o mundo compreensível. No seu percurso profissional criou cápsulas do tempo em diversos jornais e revistas nacionais como a Visão, o Expresso, Sábado e Diário de Notícias.

Atualmente, assume a direção executiva do Diário de Notícias, sendo também responsável pela direção da Notícias Magazine, Volta ao Mundo, Evasões, Men’s Health e Women’s Health e Delas.pt.

Elvira Fortunato
Elvira Fortunato
Não é "eureka" que se ouve no laboratório que coordena, mas sim "funciona". Elvira Fortunato não tinha planeado ser investigadora, mas foi o desejo de criar algo com aplicação e impacto na sociedade e indústria que a levou a optar por estudar engenharia. Viajando até ao passado através dos seus olhos, quando pela primeira vez desvendaram ao microscópio as células da cebola, chega ao presente como a cientista que, ao usar o papel para tudo menos escrever, foi pioneira na criação de um transístor a partir deste material. É desconfiando do tomado como certo e desafiando o convencional que, por meio de técnicas acessíveis e de baixo custo, cria materiais de alto valor acrescentado.

Para além do vasto número de publicações e patentes, o seu trabalho foi distinguido por mais de 18 prémios nacionais e internacionais, destacando-se a atribuição do grau de Grande-Oficial da Ordem do Infante D. Henrique, pelo presidente da República em 2010, a condecoração com a medalha Blaise Pascal, pela Academia Europeia das Ciências em 2016 e a obtenção do maior prémio atribuído a um investigador português com o projeto Invisible, pelo European Research Council. Além de investigadora é professora no Departamento de Ciências dos Materiais, na Faculdade de Ciências e Tecnologia da Universidade Nova de Lisboa e coordenadora do Instituto de Nanoestruturas, Nanomodelação e Nanofabricação.

Segundo a investigadora, o que faz assemelha-se a estar na cozinha, mas em vez de ovos e farinha usa materiais condutores e semi-condutores. Quanto despe a bata, arrisca-se em aventuras culinárias e, apesar de gostar de Nova Iorque e de viajar muito, não é fã de aviões e as férias ideais são em Portugal.
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Francisco Gaspar
As pontes que o arquiteto Francisco Gaspar, natural de Lisboa, constrói não se elevam sobre rios ou cidades nem são sequer reais. No entanto, são garantidamente as mais seguras. É na verdade um arquiteto de Ciber Segurança ou, nas palavras do próprio, "sempre que pode" um evangelista que prega as boas práticas que asseguram a privacidade de dados e comunicações privadas.

É experiente em projetos de consultoria para empresas de destaque nacionais e internacionais, nas áreas dos serviços financeiros e telecomunicações e foi mentor de um programa de ajuda e reconversão de desempregados em programadores. Nos três anos que viveu em Dublin, impulsionou o lançamento de startups, ao abrigo do projeto UpStart do Trinity College de Dublin, patrocinado pelo CitiBank. O seu contributo permitiu, a algumas dessas startup, o acesso a seedfunding de gigantes tecnológicas como a Microsoft ou Cisco.

Quando não está a desenhar a planta mais segura com o design mais robusto para projetos de IT ou a construir redes virtuais, encontramos este "team player" a navegar em robótica e Inteligência Artificial ou sob duas rodas.
Henrique Jorge
Henrique Jorge
Quando Henrique Jorge se apercebeu que um computador não era assim tão poderoso como julgava e que a intervenção humana era a chave, o seu interesse por estudar esses "deuses todo-poderosos que se expressavam a preto e branco" aumentou.

Presente no início da revolução da Internet, quando não existiam ainda cursos de informática e apenas algumas empresas se iniciavam nesta área, o autodidata trabalhou na primeira empresa de computadores da região.

Desde sempre que a tecnologia e tudo o que era futurista o atraía e assim, dos salões de jogos da altura, passando por vários episódios de desconstrução e exploração das vísceras de computadores, o empreendedor de 50 anos chega à criação da rede social ETER9. O projeto, que tem conhecido projeção internacional, ambiciona ser mais que uma rede social. Através de Inteligência Artificial pretende construir a ponte entre o digital e o orgânico, permitindo a todos deixar um legado digital ativo no ciberespaço, inclusive pela eternidade.

Fora do espaço virtual, o self-made man casado e pai de duas filhas devora livros, gosta de absorver tudo o que pode e de pensar para lá de Plutão, vislumbrando um futuro onde o humano e o digital são um só.
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João Lousada
João Lousada, um explorador por natureza, desde cedo que desenvolveu uma curiosidade natural e um interesse particular pelo universo e exploração espacial. Graduado em Engenharia Aeroespacial pelo Instituto Superior Técnico em Lisboa, trabalha hoje no centro de controlo Columbus em Munique, onde opera todos os subsistemas do módulo Europeu da Estação Espacial Internacional, ajudando os astronautas que vivem e trabalham em órbita terrestre no seu dia-a-dia. Além do seu trabalho controlando e comandando o módulo Columbus, participa frequentemente em estudos e missões com o objetivo de enviar os primeiros astronautas a Marte.
Um astronauta análogo e comandante em missões análogas, realizadas em diversos locais do nosso planeta, que procura Marte na Terra.
Nos tempos livres, é um ávido mergulhador e paraquedista, desfruta de atividades ao ar livre como caminhadas, desportos de inverno e escalada. Neste momento, prepara também a sua licença como piloto de aeronaves.
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João Pedro de Magalhães
Há quem viaje no tempo e há quem vá mais longe, ousando mesmo controlá-lo. É o caso do investigador João Pedro de Magalhães que lidera o grupo de investigação Integrative Genomics of Ageing Group, da Universidade de Liverpool. A sua pesquisa foca-se nos processos de envelhecimento e longevidade, a nível genético, e como estes podem ser manipulados para o combate de doenças associadas à idade. Embora o seu percurso académico se tenha iniciado na Escola Superior de Biotecnologia do Porto, doutorou-se na Universidade de Namur, Bélgica, tendo sido recrutado para a Universidade de Liverpool durante o período de pós-doutoramento em Harvard, em 2008.

Publicou em diversas revistas científicas de destaque, como a Nature, foi orador convidado em mais de 100 palestras e o seu trabalho de investigação tem merecido a atenção da imprensa, como a BBC, Time magazine e Washington Post. É ainda consultor em fundações sem fins lucrativos e empresas de biotecnologia.

Define-se como "trans-humanista" uma vez que defende que o progresso tecnológico materializado, por exemplo, na engenharia genética e nanotecnologia pode ser aplicado para ultrapassar os limites biológicos da vida humana. Os seus ensaios sobre o impacto da tecnologia no futuro foram publicados em revistas como The Futurist e jornais como o The independent.

Um investigador que apesar de ser apaixonado pelo que faz, tem várias outras paixões, como a música, a ficção científica e o futebol, um cientista que prefere o humor imprevisível e descobriu o vício de fazer stand-up comedy, enquanto vivia na Bélgica.

Lara-Seixo
Lara Seixo
Assume-se orgulhosamente serrana e revela que o facto de ter crescido entre 2 culturas e costumes, só por si, justifica a constante curiosidade que a conduz. Levou-a até Lisboa para estudar Arquitetura (UTL), mas igualmente despertou o seu interesse por outras áreas artísticas, intensificando uma de sempre, a Arte Urbana. O associar desta paixão ao orgulho em ser serrana, fez surgir o WOOL | Covilhã Arte Urbana (2011) e, desde então, toda uma sucessão de outros formatos, geografias e públicos. Alguns exemplos desses projetos são o LATA 65 – Workshop de Arte Urbana para Idosos (2012), o MURALIZA | Festival de Arte Mural de Cascais (2014) e o ESTAU | Estarreja Arte Urbana (2016). Em 2013/14, foi convidada a organizar as comitivas de artistas portugueses a atuar nos projetos de destaque internacional, TOUR PARIS 13 (França) e DJERBAHOOD (Tunísia). O seu trabalho apaixonado, reflete-se igualmente na participação em várias palestras/seminários da especialidade, tanto em Portugal como no estrangeiro. Permanece o seu interesse pelas Artes em geral, espelhado na curadoria/produção de diversas ações culturais e exposições, como a coletiva THE ART OF.USING THE BOX (Figueira da Foz, 2013), o projecto ESPIGAR NAS GENTES (Porto, 2015), o projecto integrado FIO (Coimbra, 2016) e a GTM | Gaia Todo Um mundo _ Rota Sustentada (2017). Para a gestão de todas estas facetas, constituiu a MISTAKER MAKER | Plataforma de Intervenção Artística (2014), que tem por missão fomentar criativamente a produção e promoção de exercícios de Arte Contemporânea, em todas as suas formas de expressão.
Natasha Marjanovic
Natasha Marjanovic
Florisberta de Marte ou Natasha Marjanovic, na verdade, natural não do planeta vermelho, mas da Bósnia-Herzegovina, entre pronomes trocados, risos, desvios e improvisos trouxe o vento de leste e ao mesmo tempo aprendeu Portugal. O teatro é a vida e a vida dela é o teatro. Formou-se na Escola Superior de Teatro de Belgrado, tendo-se especializado em teatro infantil. Criou uma companhia em Sava Centar, o Teatro Maia onde apresentou inúmeros espetáculos da sua autoria.

Quando chegou a Portugal deparou-se com uma realidade completamente diferente, mas nem isso nem a língua foram uma barreira. Desde 2001, transforma escolas de todo o país em palcos. As peças saboreadas pelo público infantil ganham vida pela associação cultural Palco de Chocolate. Desenvolve ainda, junto de empresas, associações sem fins lucrativos e outras entidades como a UNESCO, ACIDI e Gulbenkian, diversos workshops, bem como aulas de teatro para crianças e adultos.

Embora o seu foco seja o público infantil, por acreditar que é desde cedo que se deve incentivar o gosto pelo teatro, concebeu peças dirigidas a adultos onde faz questão de afirmar que “não quer ver o público a chorar.” Ligada aos aplausos e palcos desde que colocava os brincos da mãe e contracenava com sombras na parede, a atriz multifacetada valoriza a comunicação através da emoção.
Ruzbeh Bacha
Ruzbeh Bacha
(Esta talk será feita em Inglês)

Acredita que saber programar transforma um espetador num criador que, com linhas de código, consegue dar vida às suas ideias. Ruzbeh Bacha é o CEO e fundador da startup CityFALCON, sediada em Londres, que pretende revolucionar e democratizar o acesso a notícias financeiras. O projeto nasceu da sua experiência como consultor financeiro qualificado de pequenas startups e empresas como a Skype, KPMG, Nokia e Microsoft. Conjugando este background com a sua faceta de investidor, surgiu a necessidade de criar a possibilidade de pequenos investidores terem acesso a notícias personalizadas e em tempo real. Vencedor do concurso Next Big Idea em 2014, tem no seu currículo académico o MBA pela universidade de Oxford e gere ainda o London Value Investing Club.

Interessado na emergente área de machine learnig, quando não está a programar, investe em movimentos estratégicos na pista de dança e é um adepto de desporto.

Sara Moreno Pires
Sara Moreno Pires
Da economia para as políticas públicas Sara Moreno Pires investiga como é possível atuar sobre a sociedade e o ambiente de forma sustentável. Inquieta e movida pelo que não sabe, mas, sobretudo, pelo que sabe e que lhe revela um mundo resistente à mudança, seres humanos complexos e injustiças difíceis de engolir é nos indicadores de desenvolvimento sustentável que procura estratégias para simplificar e entender a complexidade da realidade. Explora ainda o diálogo como ferramenta que potencia a mudança.

Publicou vários artigos sobre desenvolvimento sustentável e tem trabalhado em parceria com diversas câmaras municipais e ONGs. De riso fácil e postura tranquila, é através da investigação e ensino que chega aos outros e torna a sua Viagem no Tempo significativa.
The Troublemaker
The TroubleMaker
Viajar no tempo pode criar paradoxos e meter em "sarilhos" os que se atrevem a fazê-lo. Ainda assim, "The Troublemaker" insistem em viajar através da música.
A emergente banda aveirense com influências de jazz, bossa-nova, indie-folk e world music é composta por Gerson Batista, na voz e piano, Francisco Barbosa, na guitarra, Bruno Rodrigues, no baixo, Ronaldo Firmino, na bateria, Sean Kong, nas back vocals e melódica, Sónia Sobral, no acordeão e Nuno Silva, no trompete.

Apresentaram o seu primeiro álbum "Sarilhos" em 2017, no cineteatro Alba, em Albergaria-a-Velha e tocaram pela primeira vez na cidade de Aveiro no Festival dos Canais do ano passado, tendo já em fevereiro deste ano lançado o formato físico do "Sarilhos" com um concerto no Teatro Aveirense. Foram os vencedores da edição de 2017 do Festival Just Nice Music, onde o tema "The Troublemaker" foi ainda distinguido com o Prémio de Melhor Tema do Festival. Encontram-se já a gravar e trabalhar num segundo álbum que trará mais cor ao seu reportório e mais "histórias de praia no natal".

"Vamos falar do que interessa que o tempo não espera por nós
E eu ainda queria entender tanta coisa daqui sobre esta bola de pó
No meio do nada
Onde se brinca à paz e às guerras
e nada nos vai fazer parar até a morte nos dar tréguas"


ying
Yin Yang
Inês Arede, no clarinete, e Catarina Silva, no acordeão, são duas jovens intérpretes premiadas enquanto solistas que se distinguem pelo seu entusiamo interpretativo e não escondem as suas expectativas ambiciosas para o futuro. Juntas formam o Duo Yin Yang, que surgiu em 2016, no âmbito da disciplina de música de câmara da Universidade de Aveiro, sob orientação do professor Sérgio Neves.

Ao longo dos dois anos da sua existência, o duo foi merecedor de vários prémios como o 2º lugar no concurso de Acordeão Folefest 2017 na categoria Música de Câmara nível superior, o 1º prémio no Concurso de Acordeão de Alcobaça na categoria Música de Câmara, o 2º lugar ex-aequo na 1ª edição do Concurso de Música de Câmara CulturXis e mais recentemente, o 1º Prémio na edição de 2018 do Folefest, na categoria Música de Câmara nível superior.

A sua energia, dinâmica e o repertório contemporâneo distinguem-no em palco, tendo sido convidado a participar em diversos concertos incluindo o de Laureados do Folefest no Auditório da Caixa Geral de Depósitos do ISEG, com transmissão em direto para a Antena2, o concerto no Museu Machado Castro, inserido no Ciclo de Concertos de Coimbra e o concerto de laureados do Folefest 2018 no Museu Nacional de Arte Antiga.

Inscrições


    • 24€

    • Normal

    • Preço Normal Ingresso

      Desconto para grupos

    • ESGOTADO